sábado, 31 de março de 2012

Vestuário com padrões de cavalos




















Espero que tenham gostado da nova moda ;)

Tranças para cavalos (parte 1)

Trança básica



  1. Deve-se sempre pentear a crineira com um pente apropriado.
  2. Separe, no máximo, cinco centímetros de crina do resto da crineira e divida em três partes e vá entrelaçando as mechas da crineira. Pegue a parte do meio e vá trazendo as mechas das laterais para o centro, passando uma por cima da outra. Pegue a do lado direito e passe por cima da parte do meio; depois, pegue a do outro lado e passe no meio das duas mechas que já foram trançadas. Siga essa sequência sempre alternando os lados e passando por cima, no meio da trança. Faça até chegar ao fim do cabelo e finalize com um elástico. 

Atenção: Devesse apertar bem as mechas junto à raiz da crineira!

Como encurtar ou remover cabeleira para tranças



Obediência num cavalo

Para se obter obediência no cavalo, existem diversas técnicas directamente dependentes dos objectivos a atingir e do caráter do cavalo em questão.
Temos a tendência de considerar os cavalos ou como escravos, serventes, companheiros, ou ainda como animais de estimação. A filosofia do animal de estimação dá pouco relevo ao respeito, chegando mesmo ao ponto do cavalo se tornar perigoso.
A filosofia do servente leva-nos a uma aproximação autoritária no que diz respeito a treino. Espera-se que o ser humano seja firme e justo à medida que o cavalo é compelido a obedecer.
A filosofia do companheiro põe mais ênfase na confiança e na brincadeira à medida que o cavalo é compelido a obedecer. Por sua vez a filosofia do servente pode mecanizar o cavalo.

A filosofia do servente é muito habitual, dando bastante resultado com muitos cavalos, especialmente com as raças criadas para serem submissas. Os apoiantes da equitação natural afirmam frequentemente que o ser humano deve agir como cavalo ‘alpha’, especialmente com garanhões, uma vez que os verdadeiros cavalos ‘alpha’ conseguem obter o domínio através da força e da intimidação, conceito que reflete habitualmente o ponto de vista do servente.

Na América desenvolveu-se um conceito apelidado de comando passivo. Segundo esses estudos os verdadeiros cavalos ‘alpha’ são criaturas solitárias que exigem submissão em troca de amizade. Os ‘leaders’ passivos são selecionados por outros cavalos, sendo respeitados pela sua sabedoria e comportamento consistente. As manadas que têm este tipo de ‘leaders’ mantêm-se unidas partilhando tudo entre eles. Este conceito reflete a filosofia do companheirismo.
O conceito atual das escolas de treino alemãs são um tópico popular da literatura de dressage atual. As qualidades do cavalo ‘direito’, da ligeireza, do contacto e do ritmo já foram discutidas. Uma qualidade muitas vezes excluída é a da obediência às ajudas transmitidas pelo cavaleiro para andar para diante, lateralmente e de contenção. À medida que o cavalo desenvolve a calma, a ligeireza, o contacto e o ritmo, deve aprender a perceber estas ajudas. Para desenvolver a verdadeira impulsão e concentração, o cavalo deve responder verdadeiramente às ajudas.
Esta forma de obediência depende de dois fatores básicos. Um deles é o seu relacionamento emocional com o ser humano. Isto afetará a sua vontade de seguir as regras de comportamento que se encontram sob as combinações de ajudas mais complexas. O segundo fator é a forma como o cavalo consegue perceber o que as ajudas do cavaleiro querem dizer.
A atitude básica do cavalo em relação ao ser humano é habitualmente influenciada pelas suas primeiras experiências com o mesmo. A confiança e o respeito devem ser bem estabelecidas quando se habitua o poldro ao cabeção, devendo ser reforçadas quando o cavalo é desbastado. Ajudar o cavalo jovem a ultrapassar o seu receio em relação ao arreio, ao cavaleiro e à cabeçada deve aumentar a sua confiança. À medida que o poldro aprende a equilibrar-se sob o cavaleiro, ele(a) podem fazer uma série de testes para determinar quais os comportamentos aceites pelos cavaleiros.


A comunicação entre cavalo e humano também se desenvolve gradualmente. Inicialmente é ensinada com as mãos, os cabeções e as cordas. O passo seguinte envolve, habitualmente, linguagem corporal, guias, chicotes, podendo ou não incluir embocaduras.
Quando um poldro é montado pela primeira vez, só pode perceber ajudas muito simples, que lhe podem ser explicadas por associação com as ‘deixas’ que já aprendeu com treinos no solo. Todas estas ajudas simples dependem do princípio básico da cedência à pressão.
Logo que o cavalo é sujeito a ajudas mais complexas, deve ser ensinado a seguir quatro regras base de comportamento. A comunicação mais avançada, com combinações de ajudas e de equilíbrio dependem da vontade existente no cavalo para manter o andamento, direção e flexão até o cavaleiro lhe pedir uma alteração.
A obediência tranquila e consistente do cavalo depende do modo como ele se apercebe do que o cavaleiro lhe pede, da sua capacidade física e da sua atitude de cooperação. Dependendo da autoridade existente, o treino de dressage pode definir-se pelo início do manuseamento por parte do ser humano, pelo desbaste ou por melhorar a atitude dum cavalo mais maduro. Quanto mais cedo se der o manuseamento do poldro, mais cuidado se deve ter para se obter um bom relacionamento entre homem e cavalo. Os erros cometidos durante os primeiros contactos podem provocar danos físicos ou emocionais que podem não permitir que o cavalo atinja o seu potencial máximo.
Por melhor que monte o cavaleiro, este só consegue obter aquilo que o cavalo está disposto a dar. A maior parte das definições de ajudas concentram-se no assento, nas mãos e no equilíbrio. Infelizmente aquilo que o cavaleiro pede, pode não ser necessariamente o que o cavalo percebe. Estas definições ignoram geralmente a importância da atitude subjacente do cavalo. A sua vontade para obedecer é muitas vezes considerada como facto consumado.
Se o cavalo não quiser realmente cooperar o cavaleiro pouco pode fazer para influenciar o seu comportamento. Infelizmente o castigo é frequentemente a receita para uma rápida cura para estes casos...
Qual a filosofia ou conceito de comando pode dar os melhores resultados pode depender do indivíduo humano e de cada cavalo. 


Fonte de Pesquisa:
Retirado por algures na Internet

quinta-feira, 29 de março de 2012

Como são os cavalos em todo o mundo?

  • Botswana
É um país da África Austral, limitado a oeste e norte pela Namíbia, a leste pelo Zimbábue e a sul pela África do Sul. Tal como a África é conhecida por ser um continente, cujo os seus países são desenvolvidos, estes cavalos vivem livremente, em que a sua vida não é fácil pois vivem num lugar onde há presas suficientemente grandes para serem um perigo para eles. 
No entanto, há uma Sociedade Cavalo Botswana dedicado a passeios a cavaloorganizado. Muitos dos cavalos locais são usados ​​para safaris montados eatração turística durante o dia e muitas vezes o transporte de e para o trabalho também.

Horse & Rider

Cavalo italiano já ganhou 19 corridas apesar de ser cego

Um puro sangue italiano já venceu 19 corridas equestres, arrecadando 100 mil euros em prémios. O que é verdadeiramente extraordinário é que Laghat, o cavalo é cego. Laghat, de nove anos de idade, tem uma legião de seguidores no Facebook.


O cavalo é treinado pelo seu dono e jóquei, Frederico De Paola, partilhando o estábulo com uma égua, que Frederico diz ser a ''sua namorada''.
De Paola diz não fazer ideia de como Laghat consegue não embater nos outros cavalos e acelerar quando se aproxima da meta.
A cegueira do animal foi provocada por uma infeção fúngica quando nasceu e, desde então, que Laghat é ''virtualmente cego'', relata De Paola.
O seu dono revelou que apenas inscreveu o cavalo em corridas por achar que «seria um bom exercício», mas ficou boquiaberto quando o animal começou a vencer competições.

''Ele já ganhou 19 corridas, algumas importantes – numa delas venceu o primeiro prémio no valor de 25 mil euros'', disse, não escondendo o orgulho.





quarta-feira, 28 de março de 2012

Raças (Criolo)

Este pequeno cavalo de sela usado pelos gaúchos é uma das raças mais resistentes do mundo. A sua história começa em 1535, quando D. Pedro Mendoza, o fundador da cidade de Buenos Aires, introduziu cerca de cem Andaluzes e alguns cavalos pesados. Estes cavalos tornaram-se selvagens nas pampas e procriaram, dando origem a grandes manadas. A natureza inóspita e as condições duras da região contribuíram para o surgimento de uma raça muito perseverante, frugal e sobretudo, saudável.

Por vezes, os colonos apanhavam alguns cavalos com o intuito de os transformar em animais de carga e de sela. Mas a criação propriamente dita só teve início há cerca de 100 anos, quando se começou a cruzar esta raça com garanhões americanos e europeus. O primeiro livro genealógico surgiu em 1893, no Chile. ''Fina Sangre Chilena'' é como os chilenos designavam os seus Criolos. Seguiu-se a Argentina em 1912, e o Brasil e o Uruguai em 1930.


Mais tarde, os quatro registos foram reunidos num só: o Livro Genealógico da Raça Criola. Ainda hoje este cavalo (altura: 140 a 153 cm) tenaz, e fácil de ensinar é a montada por excelência dos cowboys. Como animal de tiro, possui uma espantosa capacidade de carga.


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