quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pelagens, formas e marcas

Desprezados ainda há menos de 200 anos, os cavalos malhados (Pintos, Criolos, Appaloosas, etc) gozam hoje de grande popularidade entre os cavalos western. Se, por um lado, só os ruços estão destinados a puxar o coche dos noivos, por serem prenúncio de um futuro feliz, por outro lado, ainda no dealbar do século XX só os ominosos cavalos pretos eram usados para puxar os carros fúnebres.

Ruços ou pretos, sejam qual for a cor, todos os cavalos possuem o mesmo pigmento.

São as informações genéticas que determinam o grau de pigmento no pêlo e na pele: os cavalos albinos não têm pigmento; os baios possuem pouco pigmento; os alazões possuem mais pigmento; e os pretos possuem muito pigmento. A escala cromática dos equinos com pelagem simples compreende o preto, o castanho, o baio, o alazão, o isabel e o branco.

Mas na Natureza existem, de facto, ''ruços brancos'': os albinos com olhos vermelhos. Nascem com a pelagem amarelada que, depois da primeira muda de pêlo, passa a branca.

Importante: Para quem faz fé às antigas tradições, os cavalos brancos possuem um temperamento sanguíneo, os alazões, um temperamento colérico, os pretos, um temperamento melancólico, e os ruços, um temperamento fleumático. Ou, tal como reza um antigo provérbio inglês, ''cor deslavada, constituição debilitada''. Piores ainda eram os preconceitos que, sob a forma de provérbios e de sentenças de sabedoria popular, contemplavam os cavalos malhados: ''Temei o malhado, pois é irmão da vaca'' ou ''Só os loucos e peraltas é que montam malhados''.

Pelagens base

Os cavalos ruços nascem com pelagem alazã, castanha ou preta, e vão perdendo gradualmente a cor de cada vez que ocorre a muda. Porque a cor base da pelagem permanece mais tempo nos locais irrigados por vasos sanguíneos, em cada pêlo formam-se camadas concêntricas de pigmentos, embora a tonalidade base da pelagem já é branca. Nesta fase da muda, a coloração da pelagem é designada por ''ruço-rodado''. Nos ruços genuínos, a pele, os olhos e os cascos permanecem escuros toda a vida.


Os cavalos isabel possuem pêlo amarelado com diversas tonalidades que vão desde o branco-amarelado até ao amarelo-escuro; o pêlo de inverno (mais comprido do que o pêlo normal e que protege as partes sensíveis da cabeça, da cauda e as pernas) é, a maior parte das vezes, mais claro. A pele é normalmente cárnea e os cascos variam entre tons claros e escuros.


Os alazões possuem pêlo avermelhado, entre os tons vermelho-alaranjado e o castanho pezenho. Típico é o pêlo de inverno que, nestes cavalos, não apresenta qualquer tonalidade preta, sendo a pele e os cascos sempre escuros.



Os baios apresentam uma cor base que vai do amarelo ao cinzento (de isabel a pardo-rato) e pêlo de inverno preto. A pele e os cascos são sempre escuros. Muitas vezes, estes cavalos possuem uma lista de mulo que vai da crina até à cauda.


Os cavalos castanhos possuem um pêlo castanho-avermelhado, mais amarelado ou mais escuro. A pele e os cascos são escuros.


Os cavalos pretos dividem-se em preto azeviche, com pêlo absolutamente preto e brilho metálico; em morzelo, sem brilho; e em preto pezenho, em que só no verão são genuinamente pretos, e, no inverno, as pontas ficam castanho-avermelhadas.


Pelagens matizadas

Aos cavalos com pelagem matizada pertencem os ruços genuínos, os de malha cinzenta e os malhados.
A malha cinzenta, uma coloração intermédia entre o uniforme e o malhado, está presente em todas as pelagens base.
Nos cavalos com malha cinzenta, os flancos têm pêlo branco (sem pigmento).

É o caso do cavalo alazão com malha cinzenta. O pêlo malhado é uma mistura de pêlo pigmentado e pêlo despigmentado, distribuídos heterogeneamente pelo corpo.

Nos de malha cinzenta pode haver predominância de manchas pigmentadas em relação às não pigmentadas, ou vice versa.

Estes cavalos são também classificados, consoante a sua pelagem base, malhados alazões, malhados baios, malhados castanhos ou malhados pretos.
Marcas

Marcas brancas localizadas na cabeça, nas pernas e noutras partes do corpo (por exemplo, na barriga) são chamadas ''marcas''. São congénitas e duram a vida toda. Uma vez que ajudam a identificar os cavalos, incluindo os ruços cuja a pelagem se tornou mais clara, estas marcas constam do documento de identificação oficial do cavalo.

Podem ser de um branco absoluto, de malha cinzenta, matizadas ou com manchas. Tendo em atenção a localização, o tamanho e a forma, subdividem-se em alguns pêlos (pêlos isolados na testa), sombra de estrela (uma pequena marca branca na testa, estrela (maior do que a sombra de estrela, é uma mancha branca com formato e tamanho

irregulares na testa), cordão fino (risco branco ou matizado localizado ao longo do nariz), cordão (marca que começa na testa e vai até ao nariz, às narinas ou ao lábio superior, de largura variada), beta (marca localizada entre as narinas ou sobre o lábio superior, com forma e tamanho variados), marca no lábio superior ou inferior (marca que começa na borda do lábio superior ou inferior), beta marmoreada (coloração rosada ou manchada no focinho) e grande beta (coloração branca no focinho e que vai até às narinas ou até ao mento). As marcas nos membros são por exemplo, e de acordo com a sua localização, tamanho, cor e forma, traço de calça nos talões, princípio de calça e calçado cobrindo a quartela.

Importante: Como cada cavalo herda as marcas coloridas de ambos os progenitores, e nem todas as características genéticas se impõem com a mesma força na geração seguinte, os acasalamentos podem facilmente trazer surpresas. Por exemplo, quando se acasala dois baios, os poldros podem tornar-se baios, isabéis, alazões ou mesmo morzelos.


    Problemas de saúde equina (Posição de ''derrubado'' e outros acidentes)

    • Posição de ''derrubado'' e outros acidentes
    Quando o cavalo se deixa cair no chão e permanece nessa posição, pode ter várias razões: alguns cavalos fazem-no quando se revoltam, outros porque estão gravemente doentes e não conseguem levantar-se.
    Os cavalos reagem de diversas maneiras. Alguns permanecem deitados até chegar a ajuda, outros entram em pânico, sendo necessária a intervenção de várias pessoas para controlar o animal. Além disso, são precisas cordas, estacas, mantas e fardos de palha. Quando o cavalo entra em pânico, é necessário tentar acalmá-lo da seguinte forma: alguém se aproxima do cavalo, ajoelha-se e baixa a cabeça; uma outra pessoa pode sentar-se na garupa; pode-se ainda tapar o olho do lado da cara descoberto com a mão; um dos ajudantes segura a cabeça, outro agarra na cauda e outro, ou melhor, outros dois apoiam o tronco, e um último segura os membros anteriores. É necessário que o cavalo se mexa de um lado para o outro até conseguir colocar os membros anteriores para a frente. É normalmente nesta altura que o cavalo consegue levantar-se sozinho.

    Os cavalos podem também ficar atolados no fundo da lama ou escorregar por regadios,...
    É possível que o cavalo nessa situação entre logo em pânico e, mais uma vez, a primeira coisa a fazer é acalmar o animal. O veterinário deve estar presente e os ajudantes têm de tentar libertar o cavalo. Para isso é necessário usar cordas e, na maioria dos casos, um meio de tração apropriado. Se for possível, colocam-se as cordas à volta do peito e da barriga do cavalo e atam-se firmemente ao veículo de tração. Puxa-se, então, o cavalo com cuidado até este pisar solo firme.



    Raças (Falabella)

    Com uma altura máxima de 76 cm, o Fallabela é o cavalo mais pequeno do mundo. Não obstante este pequeno cavalo ter surgido há cerca de 100 anos apenas no rancho Recreo de Roca, pertencente à família Falabella, da Argentina, sabe-se hoje muito pouco sobre a sua história. Crê-se que o avô Falabella terá encontrado, nos arredores de Buenos Aires, um Puro-Sangue que sofria de nanismo. Presenteou a filha com o animal e começou a criação recorrendo a éguas pequenas de várias raças. O gene responsável pelo nanismo passou de geração em geração e os poldros eram ainda mais pequenos do que as suas progenitoras. Mais tarde, foram usados os Shetlands mais pequenos nos cruzamentos. Os Falabellas não se assemelham aos póneis; são, isso sim, cavalos em miniatura.
    Uma vez que à diminuição da estatura se alia uma perda de força física, não é possível montar este cavalo. Na América do Norte, é apreciado como animal de estimação e como pónei de atrelagem. Curiosamente, nesta raça de ''cavalinhos de brincar'' o período de gestação demora mais dois meses do que nos cavalos ''normais''. Além disso, possuem duas costelas e duas vértebras a menos. A sua estatura é proporcional ao seu valor de mercado: nos Estados Unidos, os exemplares mais pequenos podem ir até 15 mil euros.

    Ausência no Blogue

       Antes de mais nada, espero que tenham tido um Natal feliz!
       Hoje venho-me desculpar pela ausência de posts no blog. De certo que notaram a falta de publicações de artigos no blog, mas quero assegurar-vos que o blog não parou.
       Desapareci durante nestes últimos três meses sem vos nem deixar uma mensagem de despedida ou um aviso sobre minha ausência, mas achei melhor assim. No início, quis dar um tempo para me focar nas aulas, porque o meu empenho não foi bem sucedido. Por outro lado, desanimei-me. Esse tempo alongou-se mais do que eu tinha previsto e decidi tirar umas férias temporárias no blog até recuperar as minhas motivações.

       Peço desculpas por abandonar o blog desta maneira, mas espero que entendam.

    sábado, 5 de outubro de 2013

    Raças (Pónei Exmoor)

    Tal como o seu nome indica, este ponéi (altura: 115 a 122 cm) é originário das charnecas de Exmoor. Por pouco esta raça, que conseguiu resistir intacta ao longos dos séculos, não sobrevivia à Segunda Guerra Mundial, devido à caça furtiva desenfreada numa altura em que a carne era um bem escasso.
    Um total de 50 cavalos acabou por escapar ao massacre.

    Presentemente, existem cerca de 800 cavalos desta raça com longa história. Todavia, 200 espécimes constituindo diversas manadas vivem em plena liberdade no parque nacional.

    Tendo sido utilizados noutros tempos pelos camponeses com animais de carga e de tiro, estes póneis são apreciados por adultos como montada em caçadas na região e conseguem acompanhar o ritmo dos cavalos grandes.

    sábado, 7 de setembro de 2013

    Como são os cavalos em todo o mundo?

    • Canadá

    O Canadá é uma terra de paisagens ásperas e vasto deserto. Muito parecido com o norte da Europa, os cavalos na parte do norte do continente tendem a ser animais fortes para conseguir suportar condições climáticas adversas e cargas de trabalho pesadas.

    Os canadenses gostam de cavalos de desporto e jogar com ávido interesse numa ampla gama de competições relacionadas.


    Cavalo em francês é cheval.



    quarta-feira, 21 de agosto de 2013

    Como são os cavalos em todo o mundo?

    • Camboja
    Há 30 mil cavalos e póneis no Camboja, muitos pertencentes a agricultores que os utilizam para a agricultura de trabalho e transporte.

    A vida de um cavalo não é fácil no Camboja, independentemente do local que esteja. No entanto, a Organização Bem-Estar do Pónei cambojano pretende sensibilizar e educar o povo local sobre o cuidado apropriado do cavalo.

    Cavalo em Khmer é


    domingo, 11 de agosto de 2013

    II Concurso fotográfico cavalgadas Brasil


    O Concurso Fotográfico Cavalgadas Brasil visa disseminar o conhecimento e o interesse por cavalos, enquanto inspira a criatividade na arte fotográfica. Tem como princípio a ética fotográfica e o respeito aos direitos dos animais.

    Com mais de R$10 mil reais distribuídos em mais de 15 Prémios*, o Concurso vai premiar o talento e o amor pelos cavalos expressos em fotos. 

     O Concurso vai receber inscrições nos meses de agosto e setembro. Em outubro acontecerá o julgamento e a votação e em 30 de outubro serão divulgados os vencedores.

    Uma comissão julgadora, formada por especialistas e fotógrafos de renome (Júri) selecionará as imagens com base na qualidade, técnica, diversidade, comportamento, originalidade de composição, respeitadas as características de cada uma das categorias. O Juri é composto por 5 jurados e terá a coordenação das reconhecidas fotógrafas Silva Focco e Elayne Massaini .

    Silvia Focco - Natural de Milão (Itália), estudou Artes e trabalhou para algumas publicações italianas com o tema ''cavalo'', (incluindo a Cavallo Magazine). Trabalha como fotógrafa e foi vencedora em 2011 do Prémio ''150 anni di Unità d'Italia''.


    Elayne Massaini - Formada em publicidade e propaganda pela FAAP e web designer pelo Senac, fez oseu primeiro curso de fotografia em 1993. Em 2004 participou do Curso Internacional de Fotografia de Cavalos, iniciando no ano seguinte trabalhos fotográficos na área equestre, ou seja, a sua verdadeira paixão. Fotografa cavalos em eventos, haras, hípicas, editoriais e publicidade.

     Informações e inscrições:

    sábado, 10 de agosto de 2013

    Passo travado e tölt


    Existem raças que, além dos tipos de andamentos, dominam ainda o passo travado (como é o caso do Islandês). Neste andamento, as pernas avançam, não na diagonal, mas lateralmente, ou seja, membro anterior e posterior direitos e membros anterior e posterior esquerdos.
    O efeito é um movimento de balanço, como se observa no camelo, e que é extremamente confortável para o cavaleiro. Por esse motivo, na Idade Média ensinava-se este andamento aos palafréns (cavalo bem treinado usado por nobres em desfiles nessa época).

    O tölt, típico do Islandês, é uma espécie de ''andar a correr'', uma sequência de quatro tempo tal como acontece no passo, mas mais rápido. Esta andadura é também muito agradável para o cavaleiro, por não haver fase de suspensão, como no trote. Por isso, o cavalo não é ''atirado'' na sela, como se diz na gíria para designar os desagradáveis sacões que o cavaleiro não experiente tem normalmente de sofrer no trote levantado. O peso do cavalo é sempre transferido de um membro para o outro mais próximo.

    Ao contrário do trote, o cavalo troca com pelo menos um membro no solo. Com o ouvido pode-se também perceber a diferença entre o trote e o tölt em solo firme. Na maioria das raças de cavalos de andamento, este andamento é natural. Mas os cavalos têm de aprender, com um bom treinador, a fazer o tölt quando montados por um cavaleiro e a dominar os diversos tempos, assim como o ritmo. 


    sexta-feira, 9 de agosto de 2013

    Tranças para cavalos (parte 4)

    Trança diamante


    A trança diamante é um estilo de trança adequado para cavalos que têm crinas longas que não implica cortar ou arrancar as crinas.
    1. Escove a cirneira e certifique-se que os cabelos não estão embaraçados. 
    2. Divida a crineira em várias seções horizontais aparentemente iguais. Para isso, comece no topo do pescoço, perto da cabeça, reunindo uma pequena parte da crineira. Coloque um elástico de borracha ao redor dessa seção. O elástico deve estar perto da raiz mas longe o suficiente para que a crineira fique plana. Repita o processo até completar a primeira seção horizontal da cabeça até ao garrote.
    3. Segure a primeira seção vertical e separe-a em duas partes iguais. Combine uma dessas partes com a metade da seção seguinte. Coloque um elástico em torno desta nova seção, criando um novo rabo de cavalo. 
    4. Repita o processo para as seções adjacentes, formando uma nova seção horizontal, até chegar à última (a do garrote).
    5. Não é obrigatório fazer a trança até às pontas. Muitas tranças diamante não são feitas até ao fim como é o caso da imagem 2.
    Aqui fica um vídeo para ajudar a executar:


    quarta-feira, 7 de agosto de 2013

    Gato ataca cavalo em espectáculo equestre


    O vídeo de um gato a atacar um cavalo tornou-se um fenómeno de popularidade online.

    Nas imagens captadas durante um espectáculo equestre nos EUA, vemos o felino a esgueirar-se e a saltar para atacar o cavalo, numa altura em que se preparam para a corrida.

    Publicado a 30 de Julho, o vídeo já soma quase 640 mil visualizações.


    Raças (Trotador Standard Europeu)

    A história das corridas de trote tem início na segunda metade do século XIX. A fundação da coudelaria Mariahall em 1885 constituiu o ponto de partida para a primeira criação de trotadores na Europa.

    Os trotadores Orlov russos foram cruzados com trotadores americanos mais rápidos (os Standardbred Americanos) e, mais tarde, com trotadores franceses, que eram conhecidos como cavalos de endurance.
    Em 1927 instituiu-se um livro genealógico para os trotadores e, desde a Segunda Guerra Mundial, que esta raça é criada uniformemente nos diversos países europeus.

    Os trotadores alemães famosos são o Epilog, o Permit e o Simmerl. Por meio de handicaps de distâncias variadas é avaliada a sua capacidade com base na idade e no valor monetário acumulado. Com introdução de sangue americano, obtiveram-se também cavalos que realizam o passo travado na Europa. Por essa razão é que os Trotadores Standard Europeus (altura: 145 a 170 cm) revelam também talento para o passo e o tölt.

    segunda-feira, 29 de julho de 2013

    O pequeno pónei do urso de peluche

    Devon, Inglaterra
    Potro encontra abrigo em animal de peluche

    Um pónei orfão encontrou uma mãe adotiva - um urso de peluche.
    Breeze, o pequeno pónei, foi encontrado no Parque Nacional de Dartmoor em Devon, Inglaterra, algumas horas depois de nascer. Após o encontrarem, Breeze foi levado para o abrigo local, o ''Mare and Foat Sanctuary''.

    Cronologia
    Animal resgatado em estado de choque

    Breeze foi encontrado cheio de fome aos tropeções pelo parque. Depois do aviso do agricultor que o avistou, os funcionários que o resgataram encontraram-no clinicamente em estado de choque e desidratado. Depois de o levarem para o abrigo, procuraram ainda pela mãe, mas sem sucesso.

    Peluches
    Uma forma de proteção

    Apesar das críticas, os peluches servem muitas vezes como terapia para animais resgatados. ''Quando estamos em choque, queremos algo que nos lembre proteção'', diz o psicólogo Barry Jacobs.
    ''Estes peluches dão coforto'', conclui.


    Aqui fica o vídeo:

    domingo, 28 de julho de 2013

    Divulgação do novo blogue

    Agora já podem visitar a nova versão da Cabine Fotográfica de Granito, um espaço dedicado à fotografia. 
     '' Não é preciso uma máquina fotográfica profissional para tirar boas fotografias''
    Visite este blogue e se gostar, siga-o! 


    sexta-feira, 12 de julho de 2013

    Tranças para cavalos (parte 3)

    Trança corrida ou em execução


    Este tipo de trança aplica-se nomeadamente a cavalo com crina longa pois, ao montar, os fios da crineira enrolam-se por entre as rédeas o que torna desconfortável tanto para o cavalo como para o cavaleiro.
    Este processo é mais prático e rápido do que os anteriores. 

    Antes de começar, a crineira deve estar limpa.

    1. Deve começar o processo do topete até ao garrote. Agarre numa parte da crina com, pelo menos, grossura de 5 centímetros e divide-a em três secções. Faça dois passos como se estivesse a fazer uma trança básica sobre o centro-esquerda, 
      depois à direita-centro. Com a segunda passagem da vertente do lado em que a crina está solta, adicione uma nova seção para a vertente existente. Puxar suavemente o cabelo para que toda a trança esteja justa quanto possível contra a raiz do início ao fim.
    2. Cada vez que o lado, onde a crina está solta, cruza, adicione uma nova seção do crina ao trançado. Aplicar pressão firme, estável. É importante que todas as seções tenham sempre a mesma grossura.
    3. Repita o processo até chegar ao garrote.
    4. Quando não restar mais fios para adicionar, deve-se continuar a fazer a trança mas desta vez como se fosse uma básica.
    5. Amarre o fim da trança trançado com um elástico.
    Aqui fica uns vídeos que podem ajudar