quinta-feira, 29 de março de 2012

Cavalo italiano já ganhou 19 corridas apesar de ser cego

Um puro sangue italiano já venceu 19 corridas equestres, arrecadando 100 mil euros em prémios. O que é verdadeiramente extraordinário é que Laghat, o cavalo é cego. Laghat, de nove anos de idade, tem uma legião de seguidores no Facebook.


O cavalo é treinado pelo seu dono e jóquei, Frederico De Paola, partilhando o estábulo com uma égua, que Frederico diz ser a ''sua namorada''.
De Paola diz não fazer ideia de como Laghat consegue não embater nos outros cavalos e acelerar quando se aproxima da meta.
A cegueira do animal foi provocada por uma infeção fúngica quando nasceu e, desde então, que Laghat é ''virtualmente cego'', relata De Paola.
O seu dono revelou que apenas inscreveu o cavalo em corridas por achar que «seria um bom exercício», mas ficou boquiaberto quando o animal começou a vencer competições.

''Ele já ganhou 19 corridas, algumas importantes – numa delas venceu o primeiro prémio no valor de 25 mil euros'', disse, não escondendo o orgulho.





quarta-feira, 28 de março de 2012

Raças (Criolo)

Este pequeno cavalo de sela usado pelos gaúchos é uma das raças mais resistentes do mundo. A sua história começa em 1535, quando D. Pedro Mendoza, o fundador da cidade de Buenos Aires, introduziu cerca de cem Andaluzes e alguns cavalos pesados. Estes cavalos tornaram-se selvagens nas pampas e procriaram, dando origem a grandes manadas. A natureza inóspita e as condições duras da região contribuíram para o surgimento de uma raça muito perseverante, frugal e sobretudo, saudável.

Por vezes, os colonos apanhavam alguns cavalos com o intuito de os transformar em animais de carga e de sela. Mas a criação propriamente dita só teve início há cerca de 100 anos, quando se começou a cruzar esta raça com garanhões americanos e europeus. O primeiro livro genealógico surgiu em 1893, no Chile. ''Fina Sangre Chilena'' é como os chilenos designavam os seus Criolos. Seguiu-se a Argentina em 1912, e o Brasil e o Uruguai em 1930.


Mais tarde, os quatro registos foram reunidos num só: o Livro Genealógico da Raça Criola. Ainda hoje este cavalo (altura: 140 a 153 cm) tenaz, e fácil de ensinar é a montada por excelência dos cowboys. Como animal de tiro, possui uma espantosa capacidade de carga.


,

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Como pegar nas rédeas




Uma ''boa mão'' é um dos segredos da equitação e quer dizer que o cavaleiro é capaz de manter, através das rédeas, um contacto constante e suave com a boca do cavalo.

Para isso os polegares têm que se manter virados para cima e os nós dos restantes dedos virados uns para os outros. Nesta posição as rédeas vindas da boca do cavalo entram nas mãos por baixo dos dedos mínimos ou entre estes e os anelares sobem no interior dos restantes, saindo por cima dos indicadores, contra os quais são apertadas pela força dos polegares, atuando como poderosas alavancas fixadoras. São os restantes dedos que apertando-se ou afrouxando-se mais ou menos (como que espremendo as rédeas) asseguram a indispensável elasticidade do contacto entre a mão e a boca. A ponta restante da rédea, onde normalmente existe um cosido ou uma pequena fivela, cai normalmente para a direita junto à tábua do pescoço do cavalo.