domingo, 11 de agosto de 2013

II Concurso fotográfico cavalgadas Brasil


O Concurso Fotográfico Cavalgadas Brasil visa disseminar o conhecimento e o interesse por cavalos, enquanto inspira a criatividade na arte fotográfica. Tem como princípio a ética fotográfica e o respeito aos direitos dos animais.

Com mais de R$10 mil reais distribuídos em mais de 15 Prémios*, o Concurso vai premiar o talento e o amor pelos cavalos expressos em fotos. 

 O Concurso vai receber inscrições nos meses de agosto e setembro. Em outubro acontecerá o julgamento e a votação e em 30 de outubro serão divulgados os vencedores.

Uma comissão julgadora, formada por especialistas e fotógrafos de renome (Júri) selecionará as imagens com base na qualidade, técnica, diversidade, comportamento, originalidade de composição, respeitadas as características de cada uma das categorias. O Juri é composto por 5 jurados e terá a coordenação das reconhecidas fotógrafas Silva Focco e Elayne Massaini .

Silvia Focco - Natural de Milão (Itália), estudou Artes e trabalhou para algumas publicações italianas com o tema ''cavalo'', (incluindo a Cavallo Magazine). Trabalha como fotógrafa e foi vencedora em 2011 do Prémio ''150 anni di Unità d'Italia''.


Elayne Massaini - Formada em publicidade e propaganda pela FAAP e web designer pelo Senac, fez oseu primeiro curso de fotografia em 1993. Em 2004 participou do Curso Internacional de Fotografia de Cavalos, iniciando no ano seguinte trabalhos fotográficos na área equestre, ou seja, a sua verdadeira paixão. Fotografa cavalos em eventos, haras, hípicas, editoriais e publicidade.

 Informações e inscrições:

sábado, 10 de agosto de 2013

Passo travado e tölt


Existem raças que, além dos tipos de andamentos, dominam ainda o passo travado (como é o caso do Islandês). Neste andamento, as pernas avançam, não na diagonal, mas lateralmente, ou seja, membro anterior e posterior direitos e membros anterior e posterior esquerdos.
O efeito é um movimento de balanço, como se observa no camelo, e que é extremamente confortável para o cavaleiro. Por esse motivo, na Idade Média ensinava-se este andamento aos palafréns (cavalo bem treinado usado por nobres em desfiles nessa época).

O tölt, típico do Islandês, é uma espécie de ''andar a correr'', uma sequência de quatro tempo tal como acontece no passo, mas mais rápido. Esta andadura é também muito agradável para o cavaleiro, por não haver fase de suspensão, como no trote. Por isso, o cavalo não é ''atirado'' na sela, como se diz na gíria para designar os desagradáveis sacões que o cavaleiro não experiente tem normalmente de sofrer no trote levantado. O peso do cavalo é sempre transferido de um membro para o outro mais próximo.

Ao contrário do trote, o cavalo troca com pelo menos um membro no solo. Com o ouvido pode-se também perceber a diferença entre o trote e o tölt em solo firme. Na maioria das raças de cavalos de andamento, este andamento é natural. Mas os cavalos têm de aprender, com um bom treinador, a fazer o tölt quando montados por um cavaleiro e a dominar os diversos tempos, assim como o ritmo. 


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Tranças para cavalos (parte 4)

Trança diamante


A trança diamante é um estilo de trança adequado para cavalos que têm crinas longas que não implica cortar ou arrancar as crinas.
  1. Escove a cirneira e certifique-se que os cabelos não estão embaraçados. 
  2. Divida a crineira em várias seções horizontais aparentemente iguais. Para isso, comece no topo do pescoço, perto da cabeça, reunindo uma pequena parte da crineira. Coloque um elástico de borracha ao redor dessa seção. O elástico deve estar perto da raiz mas longe o suficiente para que a crineira fique plana. Repita o processo até completar a primeira seção horizontal da cabeça até ao garrote.
  3. Segure a primeira seção vertical e separe-a em duas partes iguais. Combine uma dessas partes com a metade da seção seguinte. Coloque um elástico em torno desta nova seção, criando um novo rabo de cavalo. 
  4. Repita o processo para as seções adjacentes, formando uma nova seção horizontal, até chegar à última (a do garrote).
  5. Não é obrigatório fazer a trança até às pontas. Muitas tranças diamante não são feitas até ao fim como é o caso da imagem 2.
Aqui fica um vídeo para ajudar a executar:


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Gato ataca cavalo em espectáculo equestre


O vídeo de um gato a atacar um cavalo tornou-se um fenómeno de popularidade online.

Nas imagens captadas durante um espectáculo equestre nos EUA, vemos o felino a esgueirar-se e a saltar para atacar o cavalo, numa altura em que se preparam para a corrida.

Publicado a 30 de Julho, o vídeo já soma quase 640 mil visualizações.


Raças (Trotador Standard Europeu)

A história das corridas de trote tem início na segunda metade do século XIX. A fundação da coudelaria Mariahall em 1885 constituiu o ponto de partida para a primeira criação de trotadores na Europa.

Os trotadores Orlov russos foram cruzados com trotadores americanos mais rápidos (os Standardbred Americanos) e, mais tarde, com trotadores franceses, que eram conhecidos como cavalos de endurance.
Em 1927 instituiu-se um livro genealógico para os trotadores e, desde a Segunda Guerra Mundial, que esta raça é criada uniformemente nos diversos países europeus.

Os trotadores alemães famosos são o Epilog, o Permit e o Simmerl. Por meio de handicaps de distâncias variadas é avaliada a sua capacidade com base na idade e no valor monetário acumulado. Com introdução de sangue americano, obtiveram-se também cavalos que realizam o passo travado na Europa. Por essa razão é que os Trotadores Standard Europeus (altura: 145 a 170 cm) revelam também talento para o passo e o tölt.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O pequeno pónei do urso de peluche

Devon, Inglaterra
Potro encontra abrigo em animal de peluche

Um pónei orfão encontrou uma mãe adotiva - um urso de peluche.
Breeze, o pequeno pónei, foi encontrado no Parque Nacional de Dartmoor em Devon, Inglaterra, algumas horas depois de nascer. Após o encontrarem, Breeze foi levado para o abrigo local, o ''Mare and Foat Sanctuary''.

Cronologia
Animal resgatado em estado de choque

Breeze foi encontrado cheio de fome aos tropeções pelo parque. Depois do aviso do agricultor que o avistou, os funcionários que o resgataram encontraram-no clinicamente em estado de choque e desidratado. Depois de o levarem para o abrigo, procuraram ainda pela mãe, mas sem sucesso.

Peluches
Uma forma de proteção

Apesar das críticas, os peluches servem muitas vezes como terapia para animais resgatados. ''Quando estamos em choque, queremos algo que nos lembre proteção'', diz o psicólogo Barry Jacobs.
''Estes peluches dão coforto'', conclui.


Aqui fica o vídeo:

domingo, 28 de julho de 2013

Divulgação do novo blogue

Agora já podem visitar a nova versão da Cabine Fotográfica de Granito, um espaço dedicado à fotografia. 
 '' Não é preciso uma máquina fotográfica profissional para tirar boas fotografias''
Visite este blogue e se gostar, siga-o! 


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Tranças para cavalos (parte 3)

Trança corrida ou em execução


Este tipo de trança aplica-se nomeadamente a cavalo com crina longa pois, ao montar, os fios da crineira enrolam-se por entre as rédeas o que torna desconfortável tanto para o cavalo como para o cavaleiro.
Este processo é mais prático e rápido do que os anteriores. 

Antes de começar, a crineira deve estar limpa.

  1. Deve começar o processo do topete até ao garrote. Agarre numa parte da crina com, pelo menos, grossura de 5 centímetros e divide-a em três secções. Faça dois passos como se estivesse a fazer uma trança básica sobre o centro-esquerda, 
    depois à direita-centro. Com a segunda passagem da vertente do lado em que a crina está solta, adicione uma nova seção para a vertente existente. Puxar suavemente o cabelo para que toda a trança esteja justa quanto possível contra a raiz do início ao fim.
  2. Cada vez que o lado, onde a crina está solta, cruza, adicione uma nova seção do crina ao trançado. Aplicar pressão firme, estável. É importante que todas as seções tenham sempre a mesma grossura.
  3. Repita o processo até chegar ao garrote.
  4. Quando não restar mais fios para adicionar, deve-se continuar a fazer a trança mas desta vez como se fosse uma básica.
  5. Amarre o fim da trança trançado com um elástico.
Aqui fica uns vídeos que podem ajudar

Porque os cavalos rebolam na terra?


Rebolar, para os cavalos, é um comportamento social e de higiene que fazem sistematicamente quando são escovados e lavados. Podem rolar por inúmeras razões. Aqui estão sete causas mais comuns de rolamento equinos, incluindo alguns que podem ser deliberada e alguns que podem ser totalmente inconscientes para os cavalos.
  • Arreio desconfortável: Acontece quando os cavalos rebolam já aparelhados o que provoca dores abdominais, ferindo o animal. Pode também danificar o equipamento.
  • Secagem rápida da pele molhada de forma a favorecer o isolamento térmico.
  • Proteção contra os insetos: Uma camada de poeira ou lama no revestimento de um cavalo pode oferecer uma certa quantia de proteção (funciona como uma capa) contra insetos.
  • Imitar os companheiros: Nota-se que os cavalos do exterior se rebolam muitas vezes no mesmo local. Os sítios lamacentos são particularmente apreciados.É uma ação regularmente imitada pelos seus companheiros. Nos cavalos do sexo masculino, o rebolar-se tem uma função ritual que se pode observar facilmente nas manadas de jovens machos celibatários. Os pares ou pequenos grupos de jovens garanhões juntam-se, começando a fazer simulacros de agressão. A ordem por que eles se rebolam tem uma importância hierárquica: o animal dominante é o último a rebolar-se.
  • Sensação de conforto aliado à massagem da pele.
  • Eliminar os pêlos mortos.
  • Esticar os músculos: Rebolar no chão é excelente exercício para um cavalo, alongamento costas, barril, nádegas, flancos, pernas, pescoço, coluna e muito mais. 

Austrália pretende abater 10 mil cavalos selvagens

Notícia de 22 de maio de 2013


O Conselho Terra Central disse animais-incluindo cavalos, burros e camelos, estavam morrendo aos milhares devido à falta de comida e água e um abate era necessária por razões humanitárias e ambientais.
Eles também argumentam que a destruição de furos de água pelos animais de grande porte estava a ter um impacto sobre as espécies nativas que dependem das mesmas fontes de consumo.
Os animais serão abatidos a partir de helicópteros sob um esquema financiado pelo governo que deve durar até meados de junho.
Notícias do abate do mês de maio provocou protestos dos amantes de cavalos, mas o concelho insistiu que era necessário, argumentando que os cavalos e camelos, sofrem, morrem e poluem poços.
"Ninguém quer ver o sofrimento, especialmente os proprietários locais que amam os cavalos, mas são bem conscientes das terríveis consequências que podem ter ", disse o diretor do conselho, David Ross.
"Queremos realizar um abate aéreo de cavalos numa área particular, onde existem cerca de 10 mil cavalos selvagens que sofrem mortes lentamente terríveis, destruindo o país para os próximos anos. Os danos são catastróficos."
Ross acrescentou que também não era prático reunir ps animais e transportá-loscerca de 1500 quilómetros ao matadouro mais próximo. Entende os protestos contra o abate, mas diz que tinha cenas de partir o coração tomado por câmaras de sensor de movimento de cavalos a morrer em circunstâncias terríveis.
Cavalos mortos em torno de um poço vazio na Austrália Central.
Os cavalos selvagens são reconhecidos como descendentes dos cavalos Waler criados em tempos coloniais, em Nova Gales do Sul, e posteriormente exportado para o Exército britânico na Índia e usado pelo cavalo Luz australiano na Primeira Guerra Mundial.
O Waler Horse Society of Australia protestou o abate aéreo, embora concorde que a população precisa ser controlada.

Porque as ferraduras dão sorte?

Encontram-se ferraduras de imitação por todo o lado (bolos, colares, pulseiras, porta-chaves, postais,...). Em zonas rurais, vêem-se ainda ferraduras verdadeiras pregadas nas portas de algumas casas, nas paredes superiores de alguns edifícios e especialmente por cima das entradas dos estábulos ou das boxes.
Em todos estes casos, a ferradura possui o mesmo significado: protege e dá sorte. Mas porquê? A maior parte das pessoas não sabe mas aceita a ferradora como um emblema da sorte, sem questionar a sua origem. Os que têm tentado encontrar as raízes desta superstição têm-se deparado com ideias contraditórias. A sugestão mais simples vê as qualidades protetoras da ferradura como um eco da proteção que o objeto dava ao cavalo quando era usado. Se evitava que o chão áspero magoasse o cavalo, então talvez pudesse evitar que um mundo hostil nos fizesse mal.
A propriedade aparentemente mágica da ferradura apoia esta ideia. Porquê mágica? Porque, quando é colocada no casco do cavalo, quente do fogo, e pregada, não causa dor no animal. Isto impressionava particularmente os observadores mais supersticiosos que presenciavam a ferração de cavalos em séculos passados, numa altura em que se sabia menos sobre a anatomia da pata do cavalo. 
O uso frequente de sete pregos ajuda a torná-la ainda mais mágica, uma vez que sete é o número da sorte. O facto de a ferradura ser feita de ferro era extremamente importante (o ferro era considerado uma substância mágica que se acreditava ter uma propriedade de afastar o Demónio. 


Isto pode explicar porque um objeto de ferro é colocado sobre a porta, mas porquê a ferradura e não outra coisa? A resposta está na sua forma. Se for colocada com as pontas viradas para cima, como um U assemelha-se, a um par de chifres, e a utilização de chifres para proteger edifícios é conhecida há milhares de anos. Na sua origem, estes chifres simbolizam os chifres do antigo Deus com chifres. Este era o Deus pagão que foi mais tarde convertido no Diabo por cristãos devotos, desejosos de pegar em imagens antigas para as aviltar. Embora o Diabo seja conhecido como um inimigo, os seus chifres simbolizam a proteção para os edifícios. 

Os cristãos, sempre à procura de símbolos para utilizarem, fizeram o possivel por despaganizar as ferraduras da sorte. Sugeriram que as ferraduras fossem colocadas de lado, de modo a que o U se tornasse num C. Assim, o C poderia simbolizar Cristo, e era explicado aos ingénuos que esta era a sua verdadeira origem, fazendo, assim com que o antigo ritual se tornasse seguro para os cristãos.

Outros preferiram colocar a ferradura ao contrário de modo a parecer com o U invertido. Dizia.se que esta posição era particularmente defensiva. Nalguns países, existia uma distinção clara entre a ferradura entre U invetido (que dava sorte) e o U (que era principalmente para proteção).

No entanto, mesmo que haja algum debate sobre a maneira correta de posicionar a ferradura, certas pessoas utilizam a ferradura desconhecendo a sua história/origem.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Como são os cavalos em todo o mundo?


  • Botswana

É óbvio a partir das imagens que a vida não é fácil para todos os cavalos em Botswana. Eles são animais selvagens que estão sujeitos a serem atacados por predadores.


No entanto, existe uma comunidade dedicada à equitação chamada Horse Society Botswana. Muitos dos cavalos locais são usados ​​para safaris montados para atração turística durante o dia e muitas vezes para transporte.

Cavalo em tswana é Pitse



Fonte de Pesquisa

Emergência veterinária

O proprietário do cavalo será confrontado, mais cedo ou mais tarde, com as mais diversas situações de emergência, normalmente feridas. As causas devem-se geralmente a determinados comportamentos do
cavalo. Um deles tem a ver com o seu acentuado instinto de fuga; outro está relacionado com o sistema de domínio hierárquico entre os cavalos. Além das feridas, também as cólicas agudas, a claudicação, as doenças de toda a ordem ou ainda os partos podem tornar-se casos de emergência para o proprietário, que deve agir imediatamente.

Quanto às feridas em hemorragia, não há dúvidas, mas as cólicas, as doenças febris ou as lesões internas nem sempre são fáceis de detetar. Para evitar o pânico nos casos mais urgentes, deve-se estar preparado de antemão para enfrentar esse tio de situações: na cavalariça, os contactos telefónicos mais importantes (do veterinário responsável, do serviço de urgência veterinária, da clínica veterinária mais próxima, de ajudantes para os tratamentos, de serviços de transporte de animais) devem estar junto do telefone.

A primeira coisa a fazer, em caso de emergência, é manter a calma. Uma atitude calma e refletida influencia positivamente outras pessoas que estejam também presentes e que tenham menos preparação para lidar com estas situações, mas, acima de tudo, é positivo para o cavalo. Caso contrário, se o nervosismo prevalecer pode transformar o mais calmo dos animais num perigo potencial para si e para os outros.

Levar o cavalo para um local seguro facilita o trabalho e protege o animal de novas lesões. Delegar funções, como mandar alguém chamar o veterinário, enquanto outra pessoa segura no cavalo ou vai buscar a caixa dos primeiros-socorros, torna a ajuda mais efetiva. Transmitir ao telefone as primeiras impressões ao veterinário ajuda-o a avaliar a gravidade da situação.
Atenção: NUNCA ADMINISTRAR MEDICAMENTOS!


Importante: Uma caixa de primeiros-socorros para cavalos contém: ligaduras em quantidade suficiente e de boa qualidade, desinfetante, termómetro, pinça, tesoura grande e pequena com e sem pontas, luvas de borracha, um recipiente com água, um bloco de apontamentos e uma caneta, uma lanterna pequena (com pilhas). Também não é dispendioso adquirir, para o veículo de transporte, um estojo de primeiros-socorros mais pequeno para eventual uso durante o transporte dos animais, com ligaduras, proteções para transporte, cabeção e corda.

domingo, 9 de junho de 2013

Raças (Puro Sangue Inglês)


A origem desta nobre raça está ligada à paixão dos Ingleses pelas corridas e pelas apostas e que levou à criação de uma nova categoria de cavalos no século XVIII. Enquanto, no início, apenas os cavalos autóctones competiam entre si, as éguas autóctones mais rápidas foram acasaladas com garanhões orientais importados. O resultado foi cavalos maiores, elegantes e mais rápidos. Contudo, não existia uma raça uniforme.

Só meio século mais tarde é que os progenitores dos Puros-Sangue Ingleses surgiram no país: os três garanhões lendários Darley Arabian, Byerley Turk e Godolphin Arabian. Através do acasalamento com 50 éguas, estes três  garanhões constituíram a base da raça, passando a ser designados por ''garanhões fundadores''. São os antepassados de 80% dos Puros-sangue que existem atualmente.

A designação ''Puro-Sangue Inglês'' está reservada apenas aos cavalos cuja genealogia materna e paterna remonte ao General Stud Book instituído na Inglaterra em 1793.

O principal critério de seleção na criação desta raça é a rapidez. Só os cavalos que venceram as corridas determinadas oficialmente e sob condições mais exigentes é que são destinados à reprodução. Enquanto o Puro-Sangue Árabe é especialista em resistência, o Puro-Sangue Inglês é especialista em velocidade, conseguindo atingir 70 km/h, e, por isso, é considerado o cavalo mais rápido do mundo.

Ao longo da sua história contribuiu para a melhoria de quase todas as raças cavalares. O centro de criação destes equinos continua a ser a Grã-Bretanha, mas, nos dias de hoje, o Puro-Sangue Inglês é criado em todo o mundo.

Inteligentes, tenazes, perseverantes e corajosos, estes cavalos são, porém, muito temperamentais e sensíveis, e não é qualquer cavaleiro que os mundo.