Tal como o seu nome indica, este ponéi (altura: 115 a 122 cm) é originário das charnecas de Exmoor. Por pouco esta raça, que conseguiu resistir intacta ao longos dos séculos, não sobrevivia à Segunda Guerra Mundial, devido à caça furtiva desenfreada numa altura em que a carne era um bem escasso. Um total de 50 cavalos acabou por escapar ao massacre. Presentemente, existem cerca de 800 cavalos desta raça com longa história. Todavia, 200 espécimes constituindo diversas manadas vivem em plena liberdade no parque nacional. Tendo sido utilizados noutros tempos pelos camponeses com animais de carga e de tiro, estes póneis são apreciados por adultos como montada em caçadas na região e conseguem acompanhar o ritmo dos cavalos grandes.
O Canadá é uma terra de paisagens ásperas e vasto deserto. Muito parecido com o norte da Europa, os cavalos na parte do norte do continente tendem a ser animais fortes para conseguir suportar condições climáticas adversas e cargas de trabalho pesadas.
Os canadenses gostam de cavalos de desporto e jogar com ávido interesse numa ampla gama de competições relacionadas.
Há 30 mil cavalos e póneis no Camboja, muitos pertencentes a agricultores que os utilizam para a agricultura de trabalho e transporte.
A vida de um cavalo não é fácil no Camboja, independentemente do local que esteja. No entanto, a Organização Bem-Estar do Pónei cambojano pretende sensibilizar e educar o povo local sobre o cuidado apropriado do cavalo.
O Concurso Fotográfico Cavalgadas Brasil visa disseminar o conhecimento e o interesse por cavalos, enquanto inspira a criatividade na arte fotográfica. Tem como princípio a ética fotográfica e o respeito aos direitos dos animais.
Com mais de R$10 mil reais distribuídos em mais de 15 Prémios*, o Concurso vai premiar o talento e o amor pelos cavalos expressos em fotos. O Concurso vai receber inscrições nos meses de agosto e setembro. Em outubro acontecerá o julgamento e a votação e em 30 de outubro serão divulgados os vencedores.
Uma comissão julgadora, formada por especialistas e fotógrafos de renome (Júri) selecionará as imagens com base na qualidade, técnica, diversidade, comportamento, originalidade de composição, respeitadas as características de cada uma das categorias. O Juri é composto por 5 jurados e terá a coordenação das reconhecidas fotógrafas Silva Focco e Elayne Massaini .
Silvia Focco - Natural de Milão (Itália), estudou Artes e trabalhou para algumas publicações italianas com o tema ''cavalo'', (incluindo a Cavallo Magazine). Trabalha como fotógrafa e foi vencedora em 2011 do Prémio ''150 anni di Unità d'Italia''. Elayne Massaini - Formada em publicidade e propaganda pela FAAP e web designer pelo Senac, fez oseu primeiro curso de fotografia em 1993. Em 2004 participou do Curso Internacional de Fotografia de Cavalos, iniciando no ano seguinte trabalhos fotográficos na área equestre, ou seja, a sua verdadeira paixão. Fotografa cavalos em eventos, haras, hípicas, editoriais e publicidade.
Existem raças que, além dos tipos de andamentos, dominam ainda o passo travado (como é o caso do Islandês). Neste andamento, as pernas avançam, não na diagonal, mas lateralmente, ou seja, membro anterior e posterior direitos e membros anterior e posterior esquerdos.
O efeito é um movimento de balanço, como se observa no camelo, e que é extremamente confortável para o cavaleiro. Por esse motivo, na Idade Média ensinava-se este andamento aos palafréns (cavalo bem treinado usado por nobres em desfiles nessa época).
O tölt, típico do Islandês, é uma espécie de ''andar a correr'', uma sequência de quatro tempo tal como acontece no passo, mas mais rápido. Esta andadura é também muito agradável para o cavaleiro, por não haver fase de suspensão, como no trote. Por isso, o cavalo não é ''atirado'' na sela, como se diz na gíria para designar os desagradáveis sacões que o cavaleiro não experiente tem normalmente de sofrer no trote levantado. O peso do cavalo é sempre transferido de um membro para o outro mais próximo.
Ao contrário do trote, o cavalo troca com pelo menos um membro no solo. Com o ouvido pode-se também perceber a diferença entre o trote e o tölt em solo firme. Na maioria das raças de cavalos de andamento, este andamento é natural. Mas os cavalos têm de aprender, com um bom treinador, a fazer o tölt quando montados por um cavaleiro e a dominar os diversos tempos, assim como o ritmo.